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Qual o melhor instrmento para começar a aprender?

Qual é o melhor instrumento para começar a aprender?

Quando falamos de aprender música, é comum surgir aquela questão, “qual é o instrumento mais fácil de aprender?” ou “qual é mais bacana de treinar?”.

Bom, na verdade não existe instrumento mais fácil. O que existe é o instrumento que se adéqua melhor à realidade de cada aluno.

Aqui vai uma dica para você descobrir qual é o instrumento ideal para você!
 
Leve essas três coisas em consideração:
 
1 – Acessibilidade
 
Comece a estudar um instrumento que você tenha acesso. É muito mais rápido, muito mais fácil e prazeroso quando você aprende um instrumento que você pode tocar todos os dias. Aliás, se você poder praticar todos os dias, você aprenderá muito mais rápido do que se estivesse estudando um instrumento que você pratica apenas uma vez na semana.
 
 
2 – O espaço disponível e nível de ruído
 
Primeiramente é muito importante que o instrumento caiba na sua casa (ou onde você terá condições de estudar). Em segundo lugar, caso você não possa fazer muito barulho estudando música, opte por um instrumento que você possa tocar com fones de ouvido, quer seja uma bateria eletrônica, um violino elétrico ou um piano digital, mas que você consiga treinar sem atrapalhar ninguém.
 
 
3 – Afinidade

É muito mais prazeroso aprender um instrumento que você tenha afinidade e que faça sentido para você estar tocando, considerando, é claro, o estilo musical que você gosta e o espaço que esse instrumento ocupa nesse estilo de música.

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O que é o metrônomo? Aprenda a usar e por que é importante.

Pare de perder tempo!
Use o metrônomo.

Se você tem dificuldades em contar os tempos da música e tocar dentro do tempo, esse post pode ser para você! É verdade que muitos estudantes ou entusiastas na música têm problemas com “o tempo”. As dificuldades relacionadas ao “tempo” da música são naturais, já que esse assunto é bem abstrato a princípio. Mediante essas dificuldades uma das melhores coisas que podemos fazer é começar usar o metrônomo nos momentos de estudo.
O metrônomo é uma ferramenta capaz de marcar os batimentos da música de forma constante e perfeita, sem acelerar ou diminuir a velocidade, coisa que nenhum músico consegue fazer tão bem quanto. Muitos estudantes torcem o nariz para metrônomo, pois se utilizado da maneira errada pode fazer com que estudar música se torne algo chato e monótono. Mas a verdade é que o metrônomo é uma ferramenta que, se bem utilizada, pode ajudar você a atingir um nível superior no seu instrumento em termos de performance e técnica.

Como usar o metrônomo?
Primeiramente é interessante ressaltar que já foi o tempo de irmos até uma loja de instrumentos musicais para comprar um metrônomo mecânico. Hoje em dia existem inúmeros aplicativos para Android e iOS que fazem a essa função muito bem.

Exemplo de metrônomo mecânico

Agora, com o metrônomo em mãos precisamos ter em mente qual é a velocidade de tempo que queremos que o metrônomo marque. Essa “velocidade de tempo” é referida por “BPM” que quer dizer Batimentos Por Minuto. Assim, quando configuramos a velocidade de 100 bpm (por exemplo) no metrônomo, quer dizer que o pulso/tempo será marcado numa frequência de 100 batidas por minuto. Se, por outro lado, configurarmos o metrônomo para 150 BPM ele marcará um andamento mais rápido, pois agora precisara marcar 150 batidas dentro de um minuto.

Exemplo de metrônomo em App

O próximo passo agora é descobrir qual é o andamento, ou seja, o tempo da música (ou exercício) que você vai estudar para configurar o metrônomo de acordo com ele. Se você estiver estudando através de partituras essa tarefa pode ser bem mais fácil, pois maioria das partituras já traz essa informação consigo. Veja o exemplo abaixo:

Você pode ver no canto superior esquerdo, abaixo do título as indicações de andamento de “160 – 144” BPM. Pronto, agora é só configurar o metrônomo e estudar. Mas, nem sempre essa informação está disponível. Então como saber o andamento da música nesses casos?

Usando o “TAP TEMPO”
A maioria dos metrônomos têm essa função. O Tap tempo permite que você, literalmente mostre o andamento para o metrônomo e, a partir daí ele identifica e reproduz o andamento. Na maioria dos aplicativos essa função tem a forma de um botão no qual você deverá tocar pelo menos três vezes seguidas marcando o andamento pretendido. Feito isso o metrônomo estará ponto para reproduzir esse andamento de maneira constante.

Use o metrônomo a seu favor
Muita gente, na hora de começar estudar uma peça, comete o erro de configurar o metrônomo para o andamento “original” da música e isso traz um grande problema que é bem simples de entender. Veja, se você está a estudar uma música nova, qual é a probabilidade de você conseguir toca-lá na velocidade original logo nas primeiras tentativas? Sendo realista, na maioria das vezes isso será impossível sem que haja um estudo prévio. E está aí o grande erro: configurar o metrônomo para um andamento que está além de sua capacidade de tocar a música.
O metrônomo deve ser utilizado em um andamento em que a música fique confortável para ser estudada e trabalhada até que não haja mais notas erradas ou técnicas mal executadas e aí, somente nesse momento, é que servirá para acelerar a música, mas ainda assim, de maneira gradual. Pouco a pouco a música deve ser acelerada até que se possa ter uma execução fluente e “limpa”, sem erros, no andamento original da peça.

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Como afinar o seu violão?

Como afinar seu violão

Se você está dando seus primeiros passos no violão é bem provável que ainda não tenha aprendido como afinar seu instrumento sozinho. Nesse artigo você vai ver que tudo que você precisa para afinar seu violão é do seu celular e um aplicativo.

Baixando o App

O primeiro passo é instalar um afinador no seu smartphone. No caso deste post nós usamos o App “Gstrings”, mas já que esses aplicativos costumam ser muito semelhantes, você pode usar outro aplicativo de sua preferencia, sem problema nenhum.

É importante saber ler cifras

Uma coisa importante para usar um afinador é saber a linguagem das cifras. Nessa linguagem cada nota é representada por uma letra alfabeto como você pode ver abaixo:
A = LáB = SiC = DóD = RéE = MiF = FaG = Sol
Caso você queira aprender mais sobre as cifras, temos um post só sobre esse assunto

Quais são as cordas do violão?

Agora que você já entendeu as cifras, precisa saber o nome das cordas do violão para que possa afinar cada uma. As cordas do violão são contadas de baixo para cima, sendo que a primeira é a mais fina e a ultima a mais grossa. As cordas, então, são sucessivamente: E, B, G, D, A, E.

Usando o App

O painel da parte superior nos indica (ao centro D#, no caso) qual é a nota que está soando quando tocamos a corda a ser afinada. As notas a direita (E, F, F#, no caso) são as notas que vamos obter se tencionarmos a corda, e a esquerda (C, C#, D, no caso) são as notas que vamos conseguir afrouxando a corda.

Vamos supor que você estivesse afinando a corda Mi (representada pela cifra E). Na imagem acima podemos ver que, quando tocamos a corda, o afinador identificou a nota D# (Ré sustenido), logo nossa corda está soando na nota errada. O que precisamos nesse caso é fazer com que a corda soe “dentro” da nota Mi (E). Para isso vamos olhar para o painel e procurar a nota “E”. Veja que a cifra “E” está logo a direita do “D#”. Isso quer dizer que precisamos tencionar a corda até que ela atinja a nota “E”. Lembre-se de ir tocando a corda enquanto você gira a tarraxa do violão para o afinador pode ir “ouvindo” a nota e indicar em tempo real o que você está fazendo.

Como você pode ver acima, uma vez que a corda atingiu a nota correta, no caso a nota “E” (Mi) vamos usar o ponteiro do afinador (indicado na imagem pela seta azul) para fazer um ajuste ainda mais preciso. O objetivo é fazer com que o ponteiro fique na posição central quando a nota é tocada. O ponteiro estando mais a esquerda indica que precisamos tensionar a corda até que ele atinja o meio. Caso esteja a direita, divemos afrouxar a corda de modo que o ponteiro retorne a posição central. Na imagem abaixo você pode ver o ponteiro na posição central indicando que a corda está afinada.

Missão cumprida! Corda afinada! Agora baste repetir esse processo com as outras 5 cordas do violão e ele vai estar prontinho para ser tocado!!!

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Flauta doce é brinquedo, afinal?

Flauta doce é brinquedo, afinal?

Esse post vai tem mostrar que existem muitas possibilidades por trás desse instrumento musical tão popular. Tão popular que, nas mãos de muitos, virou brinquedo, diga-se de passagem. Aliás, você já deve ter se deparado com flautas a venda em “lojinhas de $1,99” ou lojas de artigos variados, com certeza. Mas você já se perguntou se essas flautinhas por aí realmente são “de verdade”? E mais, será que podem ser usados para tocar suas músicas? Bom, a resposta é que na maioria das vezes são apenas brinquedos, mas em formato de flauta doce.

Como diferencias uma flauta de brinquedo de um instrumento de verdade?

Em geral as flautas de brinquedo são menores, mais leves, mais baratas, chegando a custar cerca de R$5,00. Elas também não têm uma construção ou um acabamento tão bom. Tudo isso faz que não soem como deveriam, afinadas e “doces”. Algumas dessas flautas de brinquedo sequer produzem som. Já uma flauta doce de verdade, das mais simples, costuma custar entorno de R$35,00, mas já é um instrumento completamente funcional, afinado, com bom timbre e acabamento, enquanto as flautas de brinquedo são muito mais baratas e muito limitadas, como você viu acima.
Além do preço, a procedência também é um bom indicativo, por isso é importante checar a marca da flauta antes da aquisição. É interessante que a marca seja de uma fabricante de instrumentos musicais (Yamaha, Suzuki, Dolphin, Giannini, CSR e tantas outras por aí), assim você terá a certeza de estar comprando um instrumento musical e não um brinquedo.
Abaixo você pode ver em detalhe duas flautas. O acabamento chama a atenção. Uma delas é um brinquedo, não possuindo ajuste de afinação e tem rebarbas no orifício no qual o som é produzido. Isso tudo prejudica, e muito, sua sonoridade e a performance do músico ou estudante. A outra é um instrumento musical afinado, bem acabado e que soará clara e doce, como se espera de uma flauta.

Quais músicas podem ser tocadas na flauta doce?

PRATICAMENTE TODAS!!! Simples assim! Como qualquer instrumento musical ela tem suas limitações, claro, mas ainda assim você pode usar sua flauta para tocar música instrumental (do Clássico ou POP), ou tocar musicas que são originalmente cantadas de vários estilos diferentes como você pode ver ao final do vídeo desse post.

Então, é brinque ou não é?

A resposta já deve estar bem clara. NÃO, Não é brinquedo. Na verdade é um instrumento musical cheio de possibilidades e que, inclusive, cabe dentro de qualquer mochila, é mais barato que muitos outros instrumentos, e mais fácil de manter em boas condições, era utilizada por grandes nomes Bach e Vivaldi, enfim. É TUDO DE BOM!!!

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Tablatura ou Partitura, qual é melhor?

Tablatura ou partitura, qual é o melhor?

Como toda boa pergunta a resposta é: depende!
Há músicos que defendem a partitura com unhas e dentes, pois acreditam que não existe outra notação musical mais completa e precisa, porém isso não é, de um todo a verdade. Tanto tablatura quanto partitura são formas muito difundidas e usuais de notação musical e ambas podem levar você ao seu objetivo. Entenda um pouco mais sobre a diferença delas.
A partitura, de fato é a forma de notação mais completa que se existe. Nela temos informações acerca do andamento no qual a música deve ser tocada (velocidade), dinâmica (volume/força), acentuação (picos) e absolutamente todas as outras informações a respeito da música em questão. Logo, uma vez que se aprende a ler a partitura, você tem acesso às notas a serem tocadas e ao ritmo (valor) de cada uma, tudo simultaneamente.
Exemplo de partitura:

 (trecho do tema de Game of Thrones)

Na partitura sempre temos 5 linhas e quatro espaços (os espaços são o “vão” entre cada uma das linhas). As notas são representadas pelas “bolinhas”, e o nome das notas está diretamente ligado à posição da bolinha dentre as cinco linhas. Por um exemplo, sempre que uma bolinha se posiciona sobre a primeira linha (de baixo para cima) ela representará a nota “mi”. Agora, se posicionarmos a mesma bolinha sobre o primeiro espaço (vão entre a primeira e segunda linha) ela passará a representar a nota “fá”.
Para facilitar o aprendizado da partitura normalmente os alunos começam decorando o nome das notas que ficam nos espaços. São as notas fá, lá dó e mi como na figura abaixo.

Uma vez decorados os nomes e as posições destas notas, o próximo passo é decorar o nome das notas posicionadas nas linhas. São as notas mi, sol, si, ré e fá. Veja na figura abaixo.

Claro que há mais passos para se aprender a leitura da partitura por completo, mas isso que você viu já pode te mostrar que, apesar de complexa, a partitura não é difícil de se aprender. Ainda assim, há uma linguagem mais simples para a notação musical – a tablatura. Ela é muito mais fácil se de se ler, mas passa longe de ser completa como a partitura.
Agora você pode estar se perguntando, “bom, mas se não é completa, por que então que se usa?
A tablatura é muito usada em instrumentos de corda, como violão, guitarra e baixo (elétrico). Sua notação se dá por linhas e números. As linhas representam as cordas do instrumento e os números representam as casas do braço do instrumento que o músico deve tocar. Além das notas/casas do braço do instrumento, o instrumentista que lê a tablatura não tem informações sobre o tempo e ritmo da música, portanto é preciso conhecer a música previamente para tocar no ritmo certo.
Exemplo de Tablatura:

Como você viu acima, as linhas representam as cordas do seu instrumento. Essa tablatura, no caso, tem 6 linhas, logo podemos supor que deva ser uma tablatura de guitarra ou violão já que ambos os instrumentos possuem 6 cordas. É importante saber que há um tipo de tablatura específico para cada instrumento. Por um exemplo, as tablaturas para Contra-baixo de 4 cordas, contam com 4 linhas, as tablatura para Viola já são escritas com 5 linhas, por isso não é prático transferir a tablatura de um instrumento para outro.
Esperamos ter te ajudado a compreender melhor as diferenças, vantagens e desvantagens entre a partitura e a tablatura. Caso tenha alguma dúvida ou sugestão de tema para outros posts, deixe nos comentários ou entre em diretamente com a gente (é bem fácil). E caso queira aprender música presencialmente venha conhecer a Harmoniza pessoalmente. Vai ser um prazer ter você aqui!!! Um forte abraço.

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Aprenda ler cifras de uma vez!

Aprenda a ler cifras de uma vez por todas!

Então você quer aprender a ler as tais das cifras? Vamos lá, então! Para começo de conversa é importante deixar bem claro que “Cifra” e “Partitura” NÃO são a mesma coisa. Neste post vamos tratar das cifras, que nada são além de uma forma de escrever os acordes musicais usando de letras do alfabeto e números, basicamente. A primeira dica é que você decore que “cada nota da escala musical tem uma letra do alfabeto que a representa”. Nossa escala tem 7 notas, logo usamos basicamente sete letras.
Assim:A = Lá – B = Si – C = Dó – D = Ré
E = Mi – F = Fá – G = Sol
Pronto, se você decorar a nota que cada letra representa, podemos dizer que é quase meio caminho andado.

 

Entendendo os acordes:

Uma vez que você já decorou as notas representadas pelas cifras, já podemos falar sobre acordes. Sempre que falamos de “acorde” estamos nos referindo a um conjunto de notas tocadas ao mesmo tempo. Uma ou duas notas sozinhas não são consideradas como um acorde. Os acordes têm pelo menos três notas simultâneas.
Vamos começar pelos acordes “Maiores” e “Menores“. Os acordes maiores têm a grafia mais simples de todas, já que são representados pela própria cifra (como mostrado acima). Como exemplo vamos tomar o acorde de dó maior que é representado unicamente pela letra “C” (C = Dó, logo lemos “dó maior”) e assim é com os demais acordes maiores (E = mi maior, G = sol maior, etc.).


Observe:

A = Lá maior – B = Si maior – C = Dó maior D = Ré maior – E = Mi maior – F = Fá maior G = Sol maior


A representação dos acordes menores segue o mesmo princípio, com o detalhe de que, ao lado da cifra acrescentamos a letra “m”, que é sempre minúscula e indica que o acorde é menor. Logo, se na cifra “A” lemos o acorde de “lá maior”, na cifra “Am” leremos o acorde de “lá menor”.
Assim:Am = Lá menor – Bm = Si menor – Cm = Dó menor Dm = Ré menor – Em = Mi menor – Fm = Fá menorG m= Sol menor

Sustenidos e bemóis:

Os acordes “sustenidos” ou “bemóis” são representados pela adição dos respectivos símbolos logo ao lado da Letra da cifra em questão. A escrita do sustenido se dá pelo símbolo “#”, enquanto o bemol é representado pelo símbolo “b”. Logo, a escrita do acorde de “dó sustenido menor” se dá da seguinte forma:
(C) sustenido(#) menor(m)
C#m C= + #=sustenido + m=menor
No caso de um acorde bemol aplicamos o mesmo princípio do sustenido. Veja o exemplo com o acorde de”mi bemol maior”.

Mi(E)bemol(b)
Eb
E=mi + b=bemol

Representação das extensões (uso de números):

Se você já pegou a cifra de uma música em suas mãos, com certeza deve ter reparado que alguns acordes vêm acompanhados de números (Am7, por exemplo). Esses números são a representação das extensões que devem ser usadas nesse acorde. As extensões são notas adicionadas ao acorde para modificar sua sonoridade de modo a causar sensações diferentes em quem está ouvindo a música ou para que a música soe “com a cara” de um certo estilo de música, ou outro (grosseiramente falando).
As extensões fazem referência aos graus da escala (da fundamental do acorde em questão – aquela que dá nome ao acorde) que devem ser tocadas junto ao próprio acorde. Veja esse exemplo com o acorde de “C6” (dó maior com 6ª – sexta):
(C) com sexta(6)
C6
C=dó + 6=lá (a nota lá é o sexto grau da escala de dó)

Veja mais um exemplo, mas agora com o acorde de G79 (sol maior com sétima e nona) que é um acorde com duas extensões:
Sol(G) com sétima(7) e nona(9)
G79
G=Sol + 7=Fá + 9=Lá(a nota é o sétimo grau da escala de sole a nota vem a ser a nona nota da escala de sol)
As extensões são absolutamente simples de serem lidas e as mais utilizadas acabam até por podem ser decoradas pelo músico, mas se você quiser tocar qualquer acorde sem precisar decorar uma lista ou sem depender de uma anotação é muito importante que você estude e conheça as escalas de diferentes tonalidades, pois as extensões são indicadas a partir da escala do acorde em questão.

Acordes suspensos:

Acordes suspensos são representados pela adição do termo “SUS” afrente da cifra. Vale lembrar que os acordes suspensos sempre são acompanhados de uma ou mais extensões (como as que vimos acima). Para exemplificar vamos usar o acorde de “dó suspenso com quarta” que é escrito da seguinte forma:
(C) suspenso(sus) e quarta(4)
Csus4
Csus=Dó suspenso + 4=Fá(a nota é o quarto grau da escala de dó)
Os acordes suspensos também podem ser chamados de acordes com terça suspensa e recebem esse nome justamente porque nestes acordes sua terça não é tocada, logo esses acorde não são classificados nem como maiores, nem menores. Se você não entendeu exatamente o que é essa “terça”, é muito interessante que você estude e conheça as escalas de diferentes tonalidades.

Acordes diminutos:
Os acordes diminutos são escritos com o símbolo ” º ” (uma pequena bolinha) logo afrente da cifra. Estes também não são classificados como maiores ou menores. A exemplo vamos ver o acorde de “lá diminuto”, que é escrito da seguinte forma:
(A) diminuto(º)

=Lá diminuto

Agora outro exemplo, com o acorde de “mi bemol diminuto”:
Mi(E) bemol(b) diminuto(º)
Ebº
Ebº=Mi bemol diminuto

Acordes com baixo invertido (acordes com barra):

Quando vemos a barra ” / ” em algum acorde, dizemos que esse acorde tem o baixo invertido. O baixo nada mais é do que a nota mais grave do acorde que serve de apoio para as demais notas. O baixo “normal” dos acordes é a nota que dá nome ao próprio acorde. Por exemplo, no caso do acorde de C (dó maior), o baixo do acorde é a própria nota dó, já no acorde de Gm (sol menor), o baixo é a nota sol.
No caso dos acordes com baixo invertido o baixo do acorde é substituído por outra nota, daí o termo inversão de baixo. Essa inversão é representada usando a barra (” / “). Assim, a escrita do acorde de “sol maior com baixo em si” fica da seguinte forma:
Sol(G) com baixo(/) em si(B)
G/B
G/B=Sol maior com baixo em Si

Finalizando:

O objetivo deste artigo é te ajudar a ler e compreender os sinais e símbolos utilizados nas cifras das músicas do seu repertório. É claro que não é possível falar de todos os elementos das cifras em um único post, mas aqui você encontrou a maior parte deles. Se você quiser aprender mais sobre a construção dos acordes, escalas e tudo mais, fique atento aos posts do blog, pois estes assuntos serão temas dos próximos posts. Esperamos ter te ajudado a compreender um pouco mais sobre os símbolos musicais das cifras. Um forte abraço e bons estudos!!!

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É preciso mesmo estudar teoria musical para ser um bom músico?

É preciso mesmo estudar teoria musical para ser um bom músico?

    Bom, na verdade, a resposta é um pouco mais complicada do que a própria pergunta. O que acontece, normalmente, é que muita gente não tem uma ideia clara do que é a teoria musical e acaba acreditando que a teoria musical não é nada além da escrita e leitura da partitura (que é apenas uma das formas de se escrever as notas musicais).


    Para você entender melhor, imagine que em uma sala de aula a professora escreva uma frase na lousa uma frase e peça para que um aluno a leia. Esse aluno lê a frase muito bem, mas será que ele é capaz de interpretar essa frase? Será que de fato ele conseguiria explicar a regência verbal que está sendo usada ali? Provavelmente não, mas mesmo assim ele soube ler a frase. O que acontece com a música é praticamente a mesma coisa, pois aprender ler a partitura é diferente de aprender teoria musical.


    Podemos dizer que a teoria musical é gramática da música. É um conjunto de “regras” que fazem as músicas soarem como soam, e explicam com clareza a diferença entre estilos musicais ou porque uma música soa triste ou alegre, ou seja, vai muito além da partitura, que é a música escrita no papel.


    Mas vamos voltar à primeira pergunta. É possível ser um bom músico sem saber teoria musical? Sim, é possível, e você talvez conheça alguém assim, que toca na igreja, em “barzinhos” ou até que veio da roça e que toca muito bem um instrumento musical sem sequer saber o nome das notas. Essas pessoas normalmente têm uma percepção musical (audição) muito boa, uma coordenação motora bem trabalhada e uma memória excelente e , principalmente, um apego sincero à música. Entretanto essas pessoas são a minoria. Para nós, que somos a maioria, a teoria musical serve para expandir nossos horizontes, porque nos dá um leque de possibilidades nos tornando mais seguros e versáteis como músicos.


    Vamos pensar em um motivo mais prático pra você aprender teoria musical. Suponhamos que você toca na sua igreja e o padre, pastou ou celebrante pede a você para fazer um fundo musical para criar uma atmosfera de reflexão. Você precisaria escolher uma tonalidade e as notas que irá utilizar para criar essa atmosfera. Agora imagine que o vocalista da sua banda vai ser substituído por outro cantor e por isso vocês terão que mudar todas as músicas de tom. Vai ser muito mais fácil pra você modular, ou seja, trocar o tom das músicas se você conhecer esse ponto da teoria musical, com certeza vocês fariam isso com muito mais facilidade.

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Quantas horas por dia devo estudar música?

Quantas horas estudar música por dia?

Quando o assunto é estudar música, muita gente encara o estudo de exercícios e a prática do dia a dia como um “mal necessário”. É como se algumas pessoas quisessem tocar muito bem seu instrumento, mas sem se esforçar para conseguir isso. É como querer que um avião saia do chão sem combustível. Voos maiores requerem mais combustível, e com a música não é diferente. Para uma boa desenvoltura no instrumento, devemos praticar e estudar com regularidade.

Frequência x duração

Muita gente acaba por confundir regularidade (frequência do estudo) com intensidade (duração do estudo). Não faz nenhum sentido estudar por seis horas sem parar para depois passar alguns dias sem tocar o instrumento, já que alguns dias sem tocar bastam para perdermos parte do trabalho motor realizado na sessão de estudos. Com certeza teremos muito mais resultado se tocarmos nosso instrumento por menos tempo, mas TODOS OS DIAS(ou sempre que possível) mesmo que o tempo de estudo seja na casa dos 30 minutos. Estudar pelo menos meia hora TODOS os dias pode acelerar o aprendizado e melhorar muito a desenvoltura no instrumento.
Ou seja, estudar, mesmo que pouco, mas todos os dias trará muito mais resultados do que estudar longas horas de vez em quando.

Como saber quanto tempo preciso estudar

Isso depende muito de em qual fase você está no seu aprendizado. Em geral, quanto mais você estudar, melhor. Mas, como você verá a seguir, nas primeiras aulas de música é natural que sua carga de estudo seja mais modesta e vá ganhando “peso” conforme sua evolução.

Um bom professor sabe “dosar” a carga de estudo de cada aluno para não deixa-lo nem com “folga” nos estudos muito menos sobrecarregado.”
Um aluno iniciante, normalmente não recebe uma carga de estudos muito grande para praticar, e nesta fase inicial aquele mito de “praticar uma hora por dia” cai por terra, bastando um pequeno período de tempo (cerca de 30 minutos diários) para que o conteúdo possa ser assimilado e a mecânica memorizada. Contudo, conforme o aluno se familiariza com a linguagem e com os elementos musicais e mecânicos é natural que possa receber uma carga de estudos maior e, aí sim, passa a aumentar seu tempo de estudo diário de acordo com sua evolução chegando a requerer uma, duas ou até mais horas de estudo a depender do nível e objetivo do aluno.

“Mas não quero ser um músico profissional.

Preciso estudar tanto assim?”

Pois é, muitas pessoas que buscam aprender música o veem nisso a possibilidade de um hobbie diferenciado, mas que passa longe do desejo de se tornar um profissional da música. Nestes casos, mas somente nestes casos, o aluno pode “pegar alguns atalhos” durante sua formação musical. Isso não quer dizer que o aluno irá pular etapas do processo, mas quer dizer na verdade que determinadas técnicas, estudos e conceitos que não serão “tão úteis” no futuro contexto musical do aluno serão colocados em segundo plano.
Essa forma “mais direta” de aprender música pode ser muito útil quando um aluno tem um objetivo claro e definido com a música, como “aprender violão para tocar nos churrascos da família”. Neste caso é mais útil e interessante para o aluno aprender tocar aquela playlist típica do churrasco e em poucas semanas já poder animar a família tocando seu violão. Para isso acontecer tão rápido é natural que alguns conteúdos musicais (a exemplo: escalas, modulações, exercícios muito específicos, dentre outros) acabem sendo deixados para um momento mais adiante das aulas. Post relacionado: “Preciso estudar teoria musical para ser um bom músico?”

Cuidado para não se machucar!

Tente correr uma maratona sem preparo e treinos regulares, com certeza você vai se machucar e provavelmente não vai conseguir chegar até o final. Com a música é a mesma coisa, cada instrumento exige uma postura e um conjunto de musculaturas diferentes para ser tocado, portanto o ideal é começar aos poucos para fortalecer a musculatura e não se lesionar.
Dito sobre tempo de assimilação de novos conteúdos e tempo de preparo de musculatura, qual é o tempo ideal, então? Bom, a resposta é que não há um tempo ideal de estudo. Na verdade o tempo ideal é aquele em que o aluno vai conseguir manter com regularidade. Aos iniciantes, em geral sugerimos um mínimo de 30 minutos diários e ir aumentando a duração dos estudos conforme sua necessidade. Contudo, nos casos do aluno não ter muita disponibilidade de tempo para os estudos, sugerimos que toque um mínimo diário de 15 minutos que sejam, mas que não passe dias sem “pegar o instrumento” para não perder sua empunhadura, postura ou técnica que seja.

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Piano ou teclado? São tão diferentes assim?

Teclado ou Piano?
São tão diferentes assim?

Qual é a diferença entre o piano e o teclado??? Essa é uma dúvida de muita gente quando tomam a decisão de aprender um desses dois instrumentos, mas vamos logo direto ao assunto. Apesar de serem muitos parecidos o piano é um instrumento muito mais antigo que o teclado e ja fez muita história nos últimos 300 anos. Já o teclado, surgiu nos anos 60 e é um instrumento eletrônico. Essa é uma das principais diferenças entre eles.
 
O Fato é que as tecnologias utilizadas pelo teclado evoluíram tanto que fizeram dele um instrumento realmente versátil que é capaz, inclusive, de imitar o som de outros instrumentos e, as vezes, até de bandas inteiras sozinho. Imagina, um único músico sendo capaz de tocar como uma verdadeira banda de um homem só (Kkk). Então, enquanto o piano tem seu som único e maravilhoso o teclado é capaz de imitar outros instrumentos, incluindo o próprio piano.
 
Mas será que na hora de aprender os dois são tão diferentes assim? A resposta é: “depende”. Isso porque um aluno de piano não usa nenhum recurso eletrônico, então ele realmente toca todos os sons que o piano emite durante a música. Já o aluno de teclado pode usar o instrumento de inúmeras formas (até mesmo como um piano portátil), pois os recursos do teclado geralmente vão além das notas tocadas pelo aluno, já que o instrumento  é capaz de tocar automaticamente várias partes da música, e por isso pode parecer até mais fácil de se obter um resultado interessante no teclado mesmo com poucas semanas de estudo. Contudo o que acontece é que nessas ocasiões é o instrumento que está tocando pelo aluno, o que é impossível de se fazer no piano, já que ele não tem tanta tecnologia assim. Logo é natural de se pensar que o teclado é “mais fácil que o piano”, mas na verdade um bom músico precisa dominar tanto a “técnica das mãos” quanto os recursos que cada instrumento tem a oferecer.
 
Mas já que todos perguntam sempre, “sim, da para estudar piano tendo apenas um teclado simples em casa”.

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